Novos Modelos – Indian

Pessoal,

Como já publiquei neste post, a Indian apresentará novidades na sua linha no próximo dia 25.

Revisando os documentos de homologação das motocicletas junto ao Air Resources Board da California, descobri que o documento da Indian foi recentemente (25/jan) atualizado tornando o anterior obsoleto.

A novidade, como vocês veem na figura abaixo, não é  um modelo, mas sim três. As setas na foto são edição minha para facilitar a localização.

Screen Shot 2017-02-16 at 19.10.55.png

Agora, a curiosidade é, o que diferenciará a Chieftain básica dos modelos Elite e Limited…da mesma forma a Roadmaster da Roadmaster Classic.

Esperaremos para ver se as previsões se confirmam.

Abraxx a todos!

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E a Indian terá novidades….

Bom dia, Amigos!

Após a HD mostrar ontem o seu modelo 2017.5 com a Road King Special.. a Indian fez as vezes de mandar um teaser no email como vocês veem abaixo:


Dia 25/02 teremos um novo modelo na família Indian.

Dificil é especular qual será… dos nomes tradicionais da Indian, ainda não foram utlizados Spirit, Indian Four…

Se curiosidade matasse… rsrs

Oque vocês acham que virá??

Abraxx a todos!

Novo lançamento HD – Road King Special

Boa Noite amigos Leitores,

Como todos já devem saber, após extensivos posts no Facebook e divulgação pela mídia especializada, a HD lançou um modelo 2017.5 chamado de Road King Special.

A estratégia de lançar modelos em meio-ano se iniciou em 2007 com a introdução da Nightster e desde então, todo ano na época próxima ao Bike Week temos o lançamento de um ou dois modelos.

Para este ano, não foi diferente e foi introduzido a RK Special.

Particularmente, eu gostei muito da moto, especialmente na cor do material promocional, que vocês veem nas fotos que acompanham aqui….chamada de Olive Gold

Model Year 2017.5 Campaign. INTERNATIONAL ONLY

Trata-se de uma Road King com com todos so seus componentes pintados em preto com os seguintes detalhes:

  • Guidão Ape Hanger

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  • Rodas de 19 polegadas (como na RG Special e na SG Special), chamada Turbine (da mesma coleção da atual Breakout)

Model Year 2017.5 Campaign

  • Mesmo Conjunto de Suspensão da Street Glide Special (discretamente mais baixa)

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  • Saddlebags alongadas, que até então estavam apenas disponíveis na CVO
  • Conjunto de iluminação traseira integrado (Stop-Turn Taillight)

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Devo confessar que gostei da moto, mas na minha visão pareceu um remake moderno da Road King Custom (lembre-se que remake eh algo que se parece e não uma reincarnação), até postei isto na minha conta do FB, ao qual compartilho a foto aqui.
Logicamente com algumas diferenças estéticas a moto lembra bem…

Para aqueles que vão questionar:
1- Na época da RK Custom, ainda não existia o Stop-Turn Taillight
2- O banco (lembrem-se que o chassi das Touring mudou em 2009 e depois em 2014, mas o banco é super parecido), plataformas, pedaleira do garupa são os mesmos

Screen Shot 2017-02-09 at 22.33.28.png

 

Agora a melhor notícia para muitos: DISPONÍVEL NO BRASIL NO SEGUNDO SEMESTRE!

Aguardo o comentário dos leitores.

Abraxx a todos

Moto a Venda

Amigos Leitores,

Um grande amigo meu está precisando vender sua Ultra Limited pois não tem tempo para usufruir dela.

A moto é ano 2015, está com 1800 km e cor Deep Jade Pearl & Vivid Black.

Sem detalhes nenhum e não tem nenhum acessório.

Conheço pessoalmente a moto e o dono.

Recomendo para quem quiser uma Ultra praticamente zerada.

A moto está na Loja Moto Mania em Jundiaí, em exposição.

Qualquer dúvida, me contatem

2015 Electra Glide Ultra Limited

Um review do Milwaukee Eight e a comparação com TC 103

Boa noite,  Amigos!

Embora já tenha visto pessoalmente e ouvido o novo motor Milwaukee-Eight, não tive oportunidade, enquanto no Texas, de pilotá-las.

Agora com os modelos chegando aos dealers brasileiros, alguns já disponibilizam a frota a clientes e membros do HOG, como é o caso da Tennessee em Campinas.

O amigo Paulo Papito teve a oportunidade de fazer um Test Ride e fez o mesmo trajeto com a sua Ultra Limited Rushmore com o Twin Cam 103.

Li muitos reviews na imprensa americana, nenhum comparativo com o TC…e acredito que o texto que vocês lerão a seguir é, provavelmente o review mais completo e uma justa comparação. Este texto foi publicado na timeline do Papito e reproduzo aqui com autorização dele. – Segue abaixo:

A nova Ultra Milwaukee-Eight 107

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O teste de hoje se dividiu em três partes: o antes, o durante e o depois. Isso porque saí de casa e fiz, com a minha Marilyn, uma parte do trajeto que faria com a nova Ultra, reparando atentamente no comportamento dela.
Depois, o teste propriamente dito.
Por fim, o pós-teste, quando repeti parte do trajeto com a minha moto, para comparar outra vez.
E ainda bem que fiz assim, porque a gente logo se acostuma com o que é melhor e tende a se esquecer do que era antes. De modo que a comparação em três etapas foi decisiva para a melhor avaliação.
Dito isto, vamos por partes.
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1. O som
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Comecemos pelo mais simples: o som que a gente escuta.
Todo mundo já falou sobre o silêncio do motor, sem aquele cling-clan-clung, sem a bateção das peças móveis. É verdade. E muita gente já registrou que o som do novo escape original se parece muito com um esportivo comportado: grosso, encorpado, agradável sem ser incômodo. Mas nem todo mundo pode ter reparado que o novo motor não gorgoleja mais nas saídas em primeira marcha, principalmente quando o sistema de resfriamento das Rushmore desativa o cilindro traseiro. Eu gosto desse gorgolejar, que imagino ser semelhante ao barulho que faria uma baleia fazendo gargarejo. Mas muita gente não gosta. Para quem gosta ou não gosta, ele sumiu. Como também sumiu aquele grilo que cricrilava quando a gente acelerava um pouco com a moto parada: aquele criiiic, quando a gente tirava a mão.
Isso se deve não só ao novo motor, mas principalmente aos novos escapes. Nas Rushmore, os dois escapes têm dimensão diferente. O direito sopra quente e o esquerdo sopra frio. Quando se acelera e desacelera há uma válvula que dirige mais ar para o secundário. Por isso o barulho das tourings muda tanto de uma hora para outra. Meu amigo Adriano Marques, por exemplo, adora o momento em que se abre o segundo escape, e o ronco engrossa.
Na nova Ultra é tudo diferente: os escapes são iguais e não há mais a tal válvula cri-cri. Por isso o ruído é tão especial: ouvem-se os dois escapes e não um depois o outro. E por isso talvez não haja o tal gorgolejar de saída.
Andando, como o motor não faz barulho de peças soltas, o som do escape é muito agradável. Muito mesmo. Melhor do que o de qualquer outro que eu tenha ouvido, esportivo ou não.
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2. O calor
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Som e calor são duas características das Harleys. Um para o bem, outro para o mal. Pois então saibam que o calor acabou do lado esquerdo do motor. E para que não digam que exagero ou minto, convoco aqui o testemunho do Paulo Barretto, a quem pedi para pôr a mão junto ao lado esquerdo do motor, depois do teste. Já do lado direito, não tem jeito: embora tenham deslocado um pouco a saída do escape do cilindro da frente, os dois canos fumegantes exalam seu calor. Que não é grande, porém. É mais ou menos igual, apenas um pouco mais fresco, do que os da Rushmore. Ou seja, para uma Harley (ou uma Indian, pelo que dizem), ótimo.
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3. O motor
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O motor é a estrela do espetáculo, sem dúvida. Embora eu ache que a suspensão nova seja uma concorrente à altura pelo estrelato.
A primeira coisa que se sente ao pilotar é a força, o torque. O melhor do motor é por volta de 4000 giros ou pouco mais. Nessa rotação, o toque no acelerador é respondido imediatamente com um impulso para a frente. É realmente notável! E é uma fonte de prazer sentir e abusar do torque poderoso.
Depois, a maciez do funcionamento, a distribuição da força. Em tudo, esse motor é superior ao da Rushmore. Tanto que a gente tem a impressão de que as marchas são mais curtas. Paulo Barreto também teve a mesma impressão. Mas é uma questão de torque, porque fui ver na ficha técnica e a relação das marchas é exatamente a mesma.
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4. A embreagem e o câmbio
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A embreagem é bem diferente. Mais macia. E os engates do câmbio são precisos. Muita gente vai sentir falta do estalido de engate da primeira, aquele traaaaack! famoso! Por outro lado, como o motor agora faz menos barulho, ou quase nada, a gente ouve o engate das demais marchas, em movimento. E inclusive a gente sente na embreagem – não sei se em todas as motos ou apenas nessa que testei – o engate, como um reflexo no manete. A cada mudança, eu tinha uma resposta no manete, quase como um retorno. O que não era desagradável, mas era pouco usual e me chamava sempre a atenção.
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5. Os freios
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Netto Mattos me disse que os freios são idênticos aos da Rushmore. Mas não parecem iguais aos da Marilyn. Na Marilyn, se eu meto o pé com força no freio traseiro ele trepida, quando o ABS entra em ação. Se alicato o da frente, idem. Mas na do teste, não: várias vezes fiz a moto parar bruscamente, para ver o funcionamento dos amortecedores. E em todas ela o fez sem a trepidação do ABS: parou eficiente e suavemente. Pode ser porque esteja nova. Mas a minha, desde nova, tem o comportamento usual.
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6. A suspensão
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E aqui, finalmente, a outra estrela do dia: a suspensão traseira. Mudou tudo. Foi uma pena a escolha antiquada da rodinha para ajuste manual. Mas o resultado foi muito bom.
Quando a gente olha os amortecedores, tirando as bolsas da moto, é muito estranho: o da direita parece igual – na verdade, parece menor – do que o das Rushmore. É basicamente uma mola fina, com um amortecedor comum no centro. Já o da esquerda é outra coisa: um tolete robusto, enorme, com a regulagem de pressão. É um jeito diferente de resolver a questão do amortecimento traseiro.
Eu tenderia a pensar que o melhor seria que fossem ambos parrudos. E talvez isso eliminasse de vez a ainda persistente (embora menor) flutuação da frente. Mas como são já resultam num belo avanço em relação às Rushmore.
Pude ver isso em testes meio amalucados. Primeiro, quando saí da loja, passei sobre cada uma daquelas tampas afundadas que a gente tenta evitar quando sai em passeio do HOG. Depois, na pista, passei à toda sobre uma cabeceira de ponte, na qual eu já tinha sofrido com a minha moto. Por fim, escolhi delicadamente algumas depressões e buraquinhos.
E o resultado foi ótimo: a suspensão nunca bateu. A moto está firme. A traseira passa incólume pelos obstáculos. E acho que as garupas vão agradecer muito à Harley o melhoramento.
Mas como fui me acostumando, chegou um momento em que já achei que estava igual à Marilyn. A Marilyn, afinal, era também boa nos buracos. Era o que eu pensava. Por isso, deixando a moto nova, fiz o teste da terceira etapa: repeti o percurso dos trancos com a Marilyn. E então pude, pela prova definitiva que foram as batidas secas de fim de curso e a sensação de que a moto ia desmanchar no meio das minhas pernas (e olha que estava com 40 libras nos amortecedores de ar!), confirmar a primeira impressão: a suspensão melhorou imensamente.
O mesmo não posso dizer da suspensão dianteira, infelizmente. Ela afunda menos do que a da Rushmore, eu acho. E resiste melhor aos bumps. Mas a moto ainda shima. A frente parece muito leve. (O que, na verdade, não sei se é responsabilidade da frente, da traseira ou do balanço entre ambas).
É verdade que, como era teste, não fiz curvas como harleyro acostumado ao bamboleio, como faço com a minha. Isto é, deitando para fora da moto e ainda apoiando o peso no volante, para dar estabilidade. Fiz curvas inocentemente, inclinando juntamente o corpo e a moto. E ela shimou. Não tanto quanto a Marilyn, que shima e ao mesmo tempo rebola, mas shimou. Principalmente em velocidades acima de 140. Uma curva da D. Pedro, a 160 km/h, me avisou que era melhor não insistir. E não insisti.
Mas para o uso a que a moto se destina, que é um passeio tranquilo com garupa, a 130 km/h, está perfeita! E por que alguém, em sã consciência, faria curvas a 160 ou 170 km/h com uma Ultra? Não há nenhuma razão para isso… Embora eu goste de fazer…
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7. Um inconveniente só pra mim
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É só para mim, mas registro, porque tem o lado bom. O lado bom é que o acabamento cromado da moto, no que diz respeito aos escapamentos, é muito melhor: é mais envolvente. Não se vê o ferro escuro. Só o cromo. Mas isso, que é uma qualidade, é um defeito para algo que eu prezo muito: a minha marcha a ré. Embora ela pareça compatível, o cromo agora dá a volta no escapamento de forma a ocultá-lo e ressaltar o brilho, mas impedirá a instalação da ré, caso eu troque. O que constituirá uma grande perda: não de eficiência, mas de exibicionismo – pois a principal função da ré e poder provocar os amigos, estacionando de frente sempre que eles tiverem dificuldade de estacionar de ré…
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8. O balanço final
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Por tudo o que ficou dito, não devem restar dúvidas de que gostei muito da moto. Pode ser melhorada? Claro, como tudo nesta vida. E a leveza da frente é algo a aperfeiçoar.
Mas bem pesados os dados, não há dúvida: é um fantástico avanço em termos de performance e conforto. Embora possam achar que não, eu creio que a mesma diferença que houve – o mesmo salto – entre a linha 2013 e a Rushmore, repete-se agora. A impressão é semelhante: eu tive uma 2013, de que gostava muito. Quando experimentei a Rushmore, vi que passaria para um outro universo com ela. E agora creio que vai se repetir a história: o salto de qualidade é semelhante.
E considerando que o preço da moto, mesmo se instalarmos o rádio CB, é menor do que o praticado até há poucos meses para o modelo 2016, não há dúvida: a H-D fez um movimento de grande alcance, um lance de mestre.

Linha 2017 – As limitações de cor

A Harley-Davidson apresentou na ultima semana, aos seus revendedores a linha 2017 e há 3 dias para a imprensa especializada brasileira.

Como os leitores do blog já sabem, divulguei em post anterior o que seria da linha brasileira, que se confirmou em 100% as minhas previsões. (lembrem-se, vocês leram primeiro aqui…rs).

No tocante da linha brasileira, como já havia dito…nada de Slim, Road Glide ou Twin Cam 103 nas Dyna…. a Roadster entrou no lugar da Sportster 1200 Custom CA e as V-Rod foram aposentadas.

No tocante do preço, o amigo Wolfmann faz uma análise excelente que o leitor pode ler aqui

Agora, desde a linha 2016 a Harley do Brasil vem com uma política que não me agrada nem um pouco, que é a limitação na variedade de cores a serem oferecidas nos modelos.

Na linha 2016 isso já aconteceu, com alguns modelos tendo apenas 03 opções a serem escolhidas…. A justificativa que eu imagino é que seria para não manter estoques elevados a serem montados em Manaus com grandes variedades… (e correr risco de encalhes).

Para 2017, chega-se ao absurdo de alguns modelos como a Low Rider e a Fat Boy, de você apenas poder escolher entre 2 cores…ou preto ou vermelho…o que é desanimador, principalmente dado que a Fat Boy teria algumas opções bem legais como Olive Gold, Two Tone Superior Blue & Billet Silver e o Black Hills Gold & Black Quartz…achei isso realmente lamentável.

Abaixo, vou descrever em cada modelo quais foram as cores ausentes….

883 Iron: Hard Candy Hot Rod Red Flake

– 1200 Custom CB: Não disponível no mercado americano para comparação

– Forty Eight: Corona Yellow Pearl

– Roadster: Todas as opções disponíveis

– Street Bob: Hard Candy Hot Rod Red Flake

– Low Rider: Billet Silver & Vivid Black e Bonneville Blue & fathom Blue

– Fat Bob: Crushed Ice Denim e Laguna Orange

– Fat Boy: Olive Gold, Superior Blue & Billet Silver, Black Hills Gold & Black Quartz

– Fat Boy Special: todas as opções disponíveis (comparado com o mercado Inglês, uma vez que nos EUA a Fat Boy Special não é mais oferecida)

-Heritage Classic: Black Quartz, Black Hills Gold & Black Quartz, Bonneville Blue & Fathom Blue

– Deluxe: Superior Blue, Hard Candy Mystic Purple Flake

– Breakout: Velocity Red Sunglo, Laguna Orange

Road King Classic: Billet Silver & Vivid Black (comparado com o mercado Inglês, uma vez que nos EUA a RK Classic não é oferecida e sim a RK STD que tem outras opções)

– Street Glide Special: Superior Blue, Velocity Red Sunglo, Laguna Orange, Hard Cndy RHor Rod Red Flake,  Hard Candy Mystic Purple Flake

– Ultra Limited: Black Quartz, Billet Silver & Vivid Black, Superior Blue & Billet Silver

A verdade é que a questão de cores nunca foi uma coisa muito simples…. no inicio das operações no Brasil, na época da Motorshop e no começo dos anos Izzo…. o cliente até poderia escolher o modelo que quisesse e a cor que quisesse mas teria que esperar (e muito) por isso. Na maioria das vezes, os lotes de motos vinham com cores variadas e modelos variados, e desta forma a escolha limitada….mas lembramos que até 1998, o cliente tinha liberdade de escolha de modelo e cor. (a única exceção a regra sempre foi a Road Glide).

Quando a HD montou a fabrica em 1999, iniciou-se o processo de limitação de modelos e desde aquele momento nunca mais tivemos a linha completa por aqui. Mas ainda assim nunca havia acontecido a limitação na oferta de cores….porém em 2016, começou e pelo visto isso vai ser uma prática recorrente.

Gostaria de conhecer a real opinião dos leitores sobre o assunto.

Abraxx a todos!

Linha Brasileira 2017 e vendo Milwaukee Eight ao vivo

Olá Amigos Leitores,

Apesar de algum tempo afastado do Blog em razões profissionais como sempre – Congressos e cursos e atualizações sobre novos tratamentos oncológicos que estão mudando seriamente alguns tipos de câncer….

Mas…como o blog não é sobre oncologia e sim sobre motociclismo, vamos lá.

Primeiramente, estive em Houston, TX no último mês de Setembro e durante a minha estada lá, pude visitar 02 revendas da HD  (Stubbs e Mancuso).

Em ambas pude ver os modelos Touring com o novo Milwaukee Eight e inclusive as motos ligadas.

Confesso que tinha achado o visual da tampa do filtro de ar medonho, mas ao vivo não é tão horroroso assim (é feia, mas não tão medonha…rs), mas nada que comprometa.
As motos funcionando de fato é perceptível o que a imprensa internacional notou: Menos barulhos mecânicos deixando o motor mais “audível”, não tem os engasgos do Twin Cam na partida inicial… mas não notei os 850 rpm em marcha lenta…para mim continua igual.

De fato, a moto vibra bem menos, não se percebe o guidão chacoalhando em marcha lenta como é costumeiro.

 

Já em relação ao atendimento, na Stubbs, que eu já tinha ido no ano anterior me surpreendeu a falta de cortesia….fui solicitar o catalogo de peças 2017 e não quiseram me dar…se quisesse poderia pegar quantas copias quisesse do 2016.
Mas, decidi fazer algumas compras que precisava, que demonstrou-se muito mais em conta do que o preço do Dealer Santista e o fato inclusive de ter peças HDI em estoque foi uma surpresa interessante

No Mancuso HD, consegui os 2 catalogos para a coleção (Parts & Accessories e Screamin’ Eagle Pro Racing Parts)… mas me limitei a isso.

Apesar de estarem ambos oferecendo open house, o tempo disponível que tinha não me permitiu fazer um Test Ride.

Agora, o que todos me perguntam: e a linha Brasileira??

Primeiro, digo-lhes que o Milwaukee Eight será uma realidade entre nós…E que a linha Touring não muda…ou seja, sem Road Glide em Terra Brasilis.

A Low Rider, como já mostrei em outro post, virá com o escapamento tradicional…Agora, me preocupa (por gostar dela) se ela será mantida em linha por aqui…já que a vendagem dela é muito ruim e não vi nenhuma 2016 ser vendida (olha que acompanho as entregas dos dealers pelo Facebook).

Na família Softail, não teremos a Slim novamente e nem a Fat Boy S…por aqui continuaremos com a Fat Boy Special (embora ela já não exista mais no mercado americano).

Na linha da Sportster, daremos tchau para a 1200 Custom CA (permanecendo a CB) e teremos a Roadster por aqui.

Agora, o mais interessante de tudo…foi anunciado, inclusive para o mercado americano, que no final de outubro, a HD vai cessar a produção da família VRSC (V-Rod) sendo que os poucos modelos 2017 que já foram produzidos serão os que estarão disponíveis no mercado….isso reflete diretamente para nós, que não teremos nenhuma V-Rod em 2017….então se quiser alguma, corra para o seu Dealer mais próximo.

Aguardo os comentarios!
Abraxx a todos!