Salão das Duas Rodas 2017 – Minhas impressões

Caros Amigos,

No dia 15 tive a oportunidade de visitar o Salão das Duas Rodas 2017, uma das principais exposições de motocicletas do nosso país.
Vou tentar fazer as minhas avaliações sobre tudo que vi, logicamente, concentrarei a maior parte do relato nas Harley-Davidson e as Indian que são as marcas que cubro neste blog.

1. O Local do Evento

O Evento acontece desde o dia 14/11 e vai até o próximo domingo (19/11). O local da exposição é o SP EXPO (que antigamente se chamava Centro de Exposições Imigrantes).
Fazia muito tempo que eu não ia lá, mas tive boas surpresas que relato a vocês.

Sai de Jundiaí – SP, de carro as 14:00 (um pouco mais tarde do que originalmente planejara, queria estar de fato lá as 14h). Com 1h de viagem de forma tranquila pela Rod. Dos Bandeirantes e pelas ruas de SP cheguei ao portão 28 com uma ligeira fila. Entre a chegada e parar o carro, levei exatos 13 minutos.

A primeira surpresa foi o estacionamento. Apesar do valor super caro (R$ 45.00), o carro ficou parado em um Edifício-Garagem igual ao que se encontra no Aeroporto de Guarulhos. Bem diferente do que a gente encontra no Anhembi (local do tradicional Salão do Automóvel) que além de caro, o carro fica estacionado em área externa.

Saindo do Edifício-Garagem, o mesmo é conectado ao pavilhão de exposições por uma passarela de vidro.

Já tinha comprado o meu ingresso online, logo, pude acessar a exposição de maneira direta.

Na entrada, outra grata surpresa: Ar-condicionado funcionando bem! Quem já foi ao Salão do Automóvel sabe o desconforto de ficar naquela estrutura abafada em um dia quente, logo como estava um dia quente (35 graus) foi bom ter o ar-condicionado funcionando.

Usei pouco a estrutura física do local, mas posso dizer que inclusive a questão de alimentação existe opções interessantes (coisa que é meio complicado no Anhembi). Há um restaurante do Spoletto e da Domino’s.

2. As Harley-Davidson 2018

Já discorri bastante do aspecto técnico do lançamento em agosto, que o leitor pode relembrar aqui. Mas minha curiosidade agora era ver os modelos ao vivo e ter as minhas impressões. Logo, o primeiro estande que foi visitado foi o da HD.

O estande provavelmente era um dos mais cheios da feira, mas tendo chegado cedo, pude ver, chegar perto e sentar nas motos.

Comecei claramente pela nova família Softail, já que conhecia a Road Glide de visitas a concessionários americanos.

2.1 – Fat Boy 114

O primeiro modelo que fui conferir foi a nova Fat Boy 114, que estava exposta logo na entrada do estande na cor Wicked Red & Twisted Cherry.

Fiquei alguns bons minutos contemplando a controversa frente dela. A primeira conclusão é que nas fotos parece pior, porém ao vivo  é possível se acostumar com ela e, convenhamos, ficou adequada ao modelo.
Mesmo assim, não lembra a frente tradicional da Fat Boy e tão pouco uma frente com o “Freight Train” Nacelle (popular cabeça de Touro).

Ao se sentar na moto, o banco vestiu bem e melhor do que o modelo 2017, e a posição se mostrou natural e sinceramente, não notei diferença na posição de pilotagem.

Entretanto, como alguém que acompanha a marca desde 1992, já tinha achado que a mudança em 2007 já havia descaracterizado um pouco….agora, concluo que embora o conjunto tenha ficado legal, não lembra a Fat Boy clássica. Sim, há componentes que remete a ela como o logotipo do tanque, o design do para-lamas dianteiro, mas é, de fato uma nova moto e que tende a atrair toda uma nova geração de motociclistas, justamente o público que a H-D busca. Minha aposta? Vai ser um hot-seller.

2.2 – Street Bob

A partir dali, fui para a Street Bob, exposta em Black Denim e Industrial Gray Denim.
A Street Bob conservou um pouco do seu visual do modelo anterior apresentando algumas soluções inovadoras. O velocímetro montado na mesa do guidão é uma delas.  Achei interessante, mas me pergunto como deve ser a visibilidade disto num dia de sol ao meio-dia. O guidão, agora em wrinkle black (acabamento fosco rugoso) está numa boa posição. Nas antigas Dyna, gostava das pedaleiras em posição central pois o comando avançado ficava um pouco distante da extensão das minhas pernas. O problema aqui é que achei a posição da pedaleira central um tanto estranha e enquanto estava sentado pensei: “Esta moto combina com um comando avançado”.
O tanque menor de 14 litros, não compromete neste modelo e ficou algo bem harmonioso com o conjunto total.
Não seria uma moto que eu compraria para mim, mas se o fizesse colocaria o comando avançado, que nesta família nova Softail não fica tão distante quanto era nas Dyna.

2.3 Softail Slim

Quem me acompanha aqui no blog sabe que a Slim é um modelo que me agrada muito e a reformulação feita para a nova família Softail fez com que o modelo mantivesse todas as suas características.  Digo que certamente foi o modelo que menos mudou com as modificações feitas.
Na linha da Softail antiga, o principal atrativo também era o seu principal problema…pelo fato de ela ser baixa era super fácil de raspar a plataforma em curvas. Com a nova reformulação a imprensa mundial é unânime em dizer que os ângulos de inclinação em curvas está  melhor e um pouco mais agressivo de modo que a plataforma não raspa com essa facilidade toda.
É um modelo que me agradou muito e que certamente, se eu estivesse no mercado para comprar uma nova moto, seria uma das minhas opções de escolha (a outra, apresento logo mais).

2.4 Breakout

Visualmente parece não ter mudado muito, mas quando olhamos ela com cuidado a primeira coisa que notamos é o tanque menor, igual ao da Street Bob. Na minha opinião, não combinou muito com o modelo. Outra coisa que é compartilhada com a Street Bob é o velocímetro incorporado a mesa. Diferente da Street Bob que tem a mesa em preto, a da Breakout é cromada, aumentando ainda a minha percepção de que num dia de sol a leitura deve ser um tanto difícil.
Outra coisa que mudou, são as rodas, que voltaram a ser as Gasser wheels, agora chamadas de Gasser II. Vamos lembrar que em 2017 a Breakout recebeu as Turbine que equipavam o modelo CVO, que eu achava muito mais bonita e chamava bastante a atenção.
A cor exposta, por outro lado, era um prata muito vistoso, chamado de Silver Fortune.

2.5 Heritage Classic

Este modelo, exposto em um vinho muito bonito chamado de Twisted Cherry, me chamou a atenção. Num primeiro momento, em Agosto, tinha torcido o nariz por conta da perda dos cromados, mas ao ver ao vivo, meu conceito mudou radicalmente e vi que realmente o visual dark lhe caiu muito bem.


O conjunto ótico dianteiro, com os leds desligados enegrecidos, lembram as capas de faróis auxiliares, típicos da época do pós-guerra.


Os bancos, perderam aqueles conchos que tinham um gosto, no mínimo duvidoso e perdeu-se o sissybar (talvez aqui seria algo que eu considere essencial para o modelo).
Por outro lado,  uma das melhores evoluções foi a saddlebag, que agora é rígida e trancável!
Se comprasse uma, e olha que me agradou muito, eu colocaria o mesmo sistema presente na nova Sport Glide (que será tema de um post inteiro a parte) para tirar as bolsas com facilidade.


Uma queixa que eu ouvi com bastante frequência quando estava ao lado da moto, foi o fato da metade inferior do windshield ser preto…. e para quem vê em foto, tem-se a impressão que seria possível enxergar pela parte preta….pois é…não dá…é preto, preto mesmo….nada parecido com insulfilm.. e sim plástico (lexan, no caso) preto.
Junto com a Slim, este foi outro modelo que manteve bem a característica Harley e seria outro modelo que eu facilmente compraria.

2.6 Fat Boy 107

Tirando a diferença do motor, não há outra coisa que a diferencie do modelo 114. Logo, as impressões são as mesmas já escritas acima.

2.8 – Fat Bob 107 e 114.

Este modelo apresenta uma mudança radical em relação aos anos anteriores. Assim como a Fat Boy, vê-la ao vivo não parece tão ruim quando vi em foto e na transmissão do lançamento.
Primeiramente o farol quadrado em led chama muito a atenção, assim como os escapamentos e a traseira. Logicamente, o objetivo aqui é atrair um público bem mais jovem e acredito que a moto irá conseguir atingir o objetivo.
Algo que está causando muita controvérsia é o suporte da placa. Nos EUA ela vem com suporte para placa lateral, algo que é proibido aqui no Brasil.  Outros modelos que também tem o suporte lateral no mercado americano, aqui foi colocado um suporte plástico que é uma extensão do para-lamas traseiro (Solução que vemos na Iron, Forty Eight, Roadster, Street Bob e até mesmo na nova Fat Boy).
Para a Fat Bob, a solução foi colocar um suporte de placa que é preso com dois parafusos Torx em cada lado, na balança (algo que é relativamente fácil de ser removido). O problema está na nossa legislação, que requer que a placa, seja fixada com um arame a uma parte fixa da moto.
Ainda que os Detran’s espalhados pelo Brasil não tem qualquer tipo de flexibilidade, será um tanto interessante ver como vão fazer para fixar a placa.

Sendo assim, aos leitores do blog que eventualmente comprarem uma Fat Bob 2018, peço que gentilmente acompanhem o emplacamento de suas motos e filmem para vermos a solução encontrada, que eu postarei aqui e darei o crédito ao video.

2.9 Deluxe

O modelo virá ao Brasil, mas não se encontrava exposto no Salão.

A linha Touring….brevemente falando:

Ultra Limited, Street Glide e Road King Classic, essencialmente são os mesmos modelos em relação a 2017, apenas com mudanças nas opções de cor.

Quem realmente roubou a festa desta linha foram os 3 novos lançamentos. A Road Glide Special, Road Glide Ultra e a Road King Special.

As Road Glide realmente são uma adição muito bem vinda a linha. Algumas pessoas podem não gostar da carenagem tipo Shark Nose…mas que é uma moto muito legal é.


A versão Special tanto da Road Glide como da RK vem com acabamento dark e saddlebags rígidas estendidas.

Já a Road Glide Ultra é uma versão Full Touring, com tour pak, caixas de som traseiras exatamente como a na Ultra Limited.

Acredito que a a HD mandou bem aqui.

Por fim, apresentou as CVO Road Glide e a CVO Ultra Limited 115 que virão com o novo Milwaukee-Eight de 117 Cubic Inches

Para finalizar, já que o texto está muito comprido, volto a dizer o que falei no Facebook oficial da HD-BR e o que disse pessoalmente ao Gerente de Marketing da HD, Flavio Vilaça: A Harley-Davidson está de parabéns, por pela primeira vez em anos, a trazer uma linha tão completa para o consumidor brasileiro. (ficam de fora, pouquíssimos modelos como as Street 500, 750 e Street Rod, 883 SuperLow, Low Rider e Sport Glide, Electra Glide Ultra Classic e Ultra Limited Low).

Gostaria de ler a opinião dos leitores que visitaram o salão…e no proximo post, falarei das Indians.

Abraxx a todos

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Preço Linha 2018 no Brasil

Caros Leitores,

Com a conferência de imprensa realizada hoje no Salão das Duas Rodas, foi feita a apresentação dos modelos que serão comercializados no Brasil….claro que os leitores do blog já sabiam da lista desde agosto….que pode ser checada aqui.

Com isso, o site americano da HD que estava bloqueado desde outubro (como se ninguém tivesse visto as motos ainda)….foi desbloqueado e o site brasileiro passou a mostrar a linha 2018.

O site nacional já mostra os preços que curiosamente não variaram muito em relação a linha 2017. Vamos comparar os preços sugeridos (sem as promoções praticadas ao longo do ano).

Detalhe que na tabela abaixo há o valor para CVO Street Glide de 2017 para comparação com o da CVO Road Glide e o da CVO Limited para comparar com a nova CVO Limited 115th Anniversary

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Vejam que a variação na linha Sportster ficou na casa de 400 reais para a 883 enquanto as 1200 aumentaram em 500 reais.

Já na linha Softail a variação vai desde 1500 reais para a Heritage Classic até absurdos 7500 reais para a Breakout (se vale o comentário..é com o motor de 114 CI).

Já na família Touring, as motos ganharam um acréscimo de 1000 reais.

Aguardo o comentário dos leitores.

Primeiro Teste – Fat Boy 114

Caros Leitores,

Com a proximidade do Salão das Duas Rodas, que se inicia na próxima semana, onde os principais fabricantes e montadoras irão mostrar suas novidades para o mercado nacional – teremos a apresentação da linha 2018 da Harley-Davidson.

Se você é leitor deste blog, certamente o que a HD irá apresentar apenas confirmará a lista que publiquei em Agosto com o lançamento americano, que você pode conferir aqui.

Amanhã as 10:30 da manhã, no horário de Brasília, a HD-Brasil irá mostrar no Live do Facebook a linha 2018.

Com o objetivo de manter o pioneirismo, trago abaixo o primeiro teste da linha 2018 feito pelo amigo George Alexandre, instrutor da Brazil Riders e um ávido competidor em circuitos de cones, tendo participado em diversas competições nos EUA.

George esteve em Ohio e a revenda Western Rerserve Harley-Davidson gentilmente cedeu uma Fat Boy 114 para que ele pudesse apreciar.

Desde já agradeço ao George pelo brilhante relato e a colaboração com o Blog.

O instrutor da Brasil Riders – George Alexandre – esteve nos Estados Unidos para sua reciclagem e aproveitou para experimentar a nova Harley Davidson Fat Boy 2018 com motor 114 de 1870 cilindradas. Veja abaixo as impressões do George sobre a moto.

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Por George Alexandre:

Tipo e Teste: Estrada particular e Estacionamento (manobras em baixa velocidade)

Velocidade Máxima atingida na estrada: 90 milhas/hora
Uma moto com motor muito forte e boa ciclística, que surpreende em vários itens. Na estrada a 90 milhas por hora a moto se comportou muito bem, mesmo com a falta de um parabrisas para velocidades mais altas. Ao contrário do que eu imaginava o pneu 240 na traseira não dificulta as manobras em baixa velocidade. O pezinho menor e melhor posicionado causa estranheza no início (devido ao hábito de buscar um pezinho grande) , mas logo depois se mostra eficiente e preciso.

A suspensão traseira possui cinco níveis de regulagem, sendo o nível 1 o mais suave. A chave de regulagem está bem posicionada e com fácil acesso, necessitando apenas o cuidado de não encontar no escapamento – quando a moto estiver quente – na hora de fazer a regulagem.

O câmbio está muito mais ajustado ao motor e não sentimos mais o grande impacto do engate da primeira marcha. As reduçõs de marcha também ficaram mais suaves, inclusive da primeira marcha para o neutro.

Abaixo listo os pontos positivos e negativos da nova Fat Boy 2018 (114):

Positivos:
– Excelente conjunto Motor e Câmbio

– Faróis modernos e eficientes
– Câmbio com engates suaves e precisos
– Motor com resposta muito rápida
– Excelente estabilidade na estrada
– Peso menor do que os modelos anteriores
– Mais fácil de manobrar em baixas velocidades
– Freios muito bons
– Pezinho menor e mais bem posicionado (embora gere alguma estranheza no início pois você abre o pezinho e quase não vê onde ele está)
– Bico do pneu bem melhor posicionado proporcionando mais rapidez na calibragem)

Negativos:
– Falta do pedal no calcanhar para mudança de marcha (para quem está acostumado estranha um pouco, mas não compromete)
– Escapamento extremamente silencioso (uma novidade nos Estados Unidos)
– Falta da lanterna traseira central proporcionando menos visibilidade noturna.

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Sobre a Brasil Riders® Motorcycle University se dedica ao desenvolvimento e aprimoramento do conhecimento do aluno em pilotagem de motocicletas acima de 800 cilindradas, visando a segurança do piloto no trânsito e nas estradas.

Nosso objetivo é ajudar o aluno a desenvolver a confiança e habilidade para conduzir sua motocicleta. Oferecemos cursos que variam desde o nível mais básico de pilotagem até avançados.

Os exercícios apresentados nos cursos são desafiadores, porém não tão difíceis que possam provocar a queda da moto. Ao final do curso o aluno se tornará um piloto mais confiante e competente para lidar com as dificuldades do dia a dia, seja na estrada ou nos deslocamentos dentro da cidade.

O Instrutor George Alexandre foi capacitado nos Estados Unidos e possue vasta experiência, conhecimento e habilidade com motocicletas Custom de alta cilindrada. O mesmo treina várias horas por ano, frequenta seminários nacionais e internacionais com foco em segurança no trânsito e participa de competições nos Estados Unidos, onde testam suas habilidades. As últimas competições em que o Instrutor George participou foram:
– Gulf Coast Motorcycle Challenge – Abril 2017 – Louisiana – USA
– Grand Prairie Police Spring Classic Motorcycle Rodeo – Abril 2017 – Texas – USA
– Central Oklahoma Motorcycle Challenge – Setembro 2017 – Oklahoma – USA
– North Texas Motorcycle Challenge – Setembro 2017 – Texas –USA

HD 2018 – o Lançamento

Caros amigos,

Resolvi esperar alguns dias antes de escrever imediatamente sobre a linha 2018 da Harley para poder refletir com mais clareza ao invés de apresentar uma opinião mais imediatista
Passado o choque do lançamento da linha 2018 da Harley-Davidson, chega o momento de refletirmos claramente naquilo que vimos.
Li e continuo lendo milhares de comentários inconformados, tanto no Facebook como também no Instagram e nos fóruns americanos. A sensação é geral: estragaram o design das motos e deixaram elas mais feias e para alguns, mais japonesas.

Eu pretendo ter uma opinião mais bem formada no momento que puder vê-las ao vivo e se possível pilotar elas.
Talvez, a melhor maneira que a HD vai ter para provar que realmente fez um produto superior é fazer exatamente como realizou com a imprensa americana: Antes do lançamento, jornalistas das principais revistas e sites especializados foram levados ao Willie G. Davidson Product Development Center (PDC), onde são desenvolvidos os modelos….uma atitude única, uma vez que desde a construção do prédio, ninguém a não ser funcionários, entram ali.
Após a apresentação, os jornalistas foram levados a um circuito fechado onde eles puderam comparar os modelos 2018 com o seu correspondente da linha 2017.

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Vamos primeiro comentar cada uma das famílias, as principais modificações e após apresentarei a lista de modelos que virão para nosso mecardo.

O texto será longo, mas procurarei faze-lo de maneira mais completa possível.

Todas as fotos (são em Hi-Res) que ilustram o texto pertencem ao press kit da Harley-Davidson

Família Sportster

As Sportster seguem inalteradas do ano anterior, talvez a única grande modificação para o mercado americano (e brasileiro) é que a Sportster 1200 Custom agora vestiu a roupagem da 1200 Custom CA que era vendida por aqui…ou seja, mesmo grafismo de tanque, pedaleiras centrais e agora adota detalhes pretos nas bengalas, triple tree e rodas raiadas.

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O restante das motos pertencentes a família Sportster: Superlow, Roadster, Forty-Eight, Iron, seguem sem modificações visuais ou mecânicas, conforme previsto.
A única modificação foi a retirada da 1200 SuperLow T do mercado americano (disponível no mercado internacional, mas não no Brasil) e a existência de um modelo de 115 anos para a Forty-Eight.

A Forty Eight 115th Anniversary Edition, será uma edição numerada, em uma das duas apresentações das edições de aniversário. Será em Legend Blue Denim com o logo da águia no tanque, além dos bancos com costuras em azul e escrito HDMC.

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Família Softail

Conforme foi previsto, as famílias Dyna e Softail sofreram grandes modificações. Na verdade, a linha Dyna deixa oficialmente de existir no lineup da Harley assim como a Softail como conhecemos. Nada de suspensão bichoque exposta, nada de coxins de borracha e muito menos nada de duas suspensões embaixo do quadro.

Tudo vira uma nova família Softail .

Vamos começar explicando os conceitos para depois irmos aos modelos.

Naturalmente, com a vinda do Milwaukee Eight para substituir o Twin Cam 103 High Output nas Touring e CVO no ano passado, nada mais natural de que o motor fosse extendido para o restante da linha.
Alguns leitores com um pouco mais de tempo de Harley, vão lembrar que quando o Twin Cam foi introduzido em 1999, a Harley inicialmente o fez na linha Touring e Dyna por compartilharem motores montados sob coxins de borracha e somente no ano seguinte (ano 2000) que as Softail ganharam o novo motor, por exigir um redesenho do quadro e modificações no motor (duplo contrabalanceiros) para que este pudesse ser incorporado.

Desta forma, já era imaginado que o Milwaukee Eight fosse seguir o mesmo padrão. Já era esperado que houvesse modificação em ambos os chassis Dyna e Softail para acomodar o novo motor, porém com o passar do tempo os rumores deram conta de que a solução que seria adotada iria ser um chassi único, que vinha sendo denominado de common-core nos boatos.

O objetivo principal era combinar o melhor das Dyna com o melhor das Softail para criar algo único. Os 4 objetivos principais, segundo Ben Wright (engenheiro-Chefe da Softail) eram:

  1. Integrar o novo Milwaukee-Eight ao produto
  2. Melhorar a capacidade dinâmica de pilotagem, com menor esforço para esterço e melhorar os ângulos de ataques em curvas das Softail
  3. Incluir uma suspensão melhorada com melhor suporte de carga
  4. Criar um produto agressivo com uma redução de peso e um  motor M-8 100% contrabalançado.

Para isso, foi realizado uma pesquisa extensa, junto com aquela que resultou no Projeto Rushmore onde foram observados que os donos de Dyna se consideravam algo diferente por ter uma moto com uma maior capacidade esportiva, enquanto que de maneira geral o consumidor queria uma moto clássica porém com uma experiência de pilotagem melhor aliado a tecnologia.

Este foi o ponto de partida:  Esta Hydra Glide (com motor Panhead de 1950) que se encontra no lobby do PDC serviu para lembrar os designers do visual tradicional da Harley

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Para poder incorporar o motor para a linha Softail, a HD procurou deixar o motor 100% contrabalançado, porém segundo a imprensa especializada americana, ainda é possível sentir alguma vibração e as características HD ainda estão lá….. (precisarei sentir pessoalmente, coisa que já nas Softail pós-2000 eu não notava).082217-2018-Harley-Softail-Line-03.jpg

O proximo passo, foi desenhar um quadro que mantivesse as características visuais da Softail e também atender aos quesitos de performance.

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O novo quadro, além de reduzir o peso, associa uma suspensão monochoque moderna feita pela SHOWA, completamente ajustável que alia conforto e performance. Ainda reduz em 50% o número de partes além de reduzir as soldas em 22% (alguém lembra o motivo que as FXR saíram de linha?? – foi justamente o quadro caro para se produzir, inclusive pela quantidade de soldas necessárias)

Todas estas modificações permitiram a criação de um chassi 34% mais rígido.

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No final, o quadro novo da Softail compreende 3 chassis diferentes, com ângulos de cáster de 28, 30 e 34 graus e dois swingarms um para os pneus de 240 e o outro para o restante da linha.

A HD dividiu a linha da Softail em 3 grandes categorias:

1. Foundational Standards: Heritage Classic 107 e 114, Deluxe e Slim

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2. Modern Classics: Low Rider, Street Bob e Breakout 107 e 114

3. Revolutionary Design DNA: Fat Boy e Fat Bob ambas 107 e 114

Agora, os modelos em si:

Heritage Classic (FLHC / FLHCS): Quem assistiu a apresentação, viu que tanto o Brad Richards quanto o Paul James compararam a moto as fases da carreira do Elvis…dizendo que a Heritage Classic dos anos anteriores estava para o Elvis na fase Las Vegas enquanto que o modelo novo está mais para Elvis do Especial de 68.
Brincadeiras a parte, o modelo ganhou uma roupagem preta, com frente, rodas pretas, perde o sissybar (que agora é vendido como acessório da linha HoldFast) e perde os conchos (que para alguns tinha gosto duvidoso). A moto agora possui uma alforge com travas, além de iluminação de LED.  Também vem com um novo para-brisas destacável com a porção inferior em preto. No mercado americano estará disponível com os motores 107 e 114 (este último inclui também a roupagem de Aniversário).

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Heritage Classic em Olive Gold e Black Tempest

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Heritage Classic em Silver Fortune

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Uma das poucas fotos sem o para-brisas

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Deluxe (FLDE): Aqui as modificações visuais ficam por conta de toda iluminação de LED (frente e trás) e com uma nova barra de piscas tanto na frente como atrás….com um gosto, no mínimo duvidoso.

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Para os Saudosos da Heritage com os cromos…é possível transformar a Deluxe numa Heritage

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Dá para deixar como Heritage….

Slim (FLS): A Slim ganhou uma frente nova, com novos garfos e nacelle do farol, mas essencialmente retém o mesmo visual do ano anterior….veja a comparação abaixo:

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Low Rider (FXLR): A Low Rider foi uma das poucas motos que manteve um visual bem próximo daquele que fazia a linha Dyna e FXR reconhecíveis. Perdeu-se o riser curvo e ajustes do guidão além do freio duplo na frente, mas ganhou um novo guidão pullback. Particularmente, é um modelo que continua me agradando muito

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Agora, um exercício…..comparem com estas três FXR Super Glide a azul escura (dark sapphire sunglo é de 1992) e a 1993 e do ultimo ano 1994 (acqua pearl Sunglo) e vejam que de alguma maneira a HD buscou preservar a origem do modelo.

Street Bob (FXBB): Numa mudança radical, a Street Bob ficou com um tanque menor (13 l – 3.5 gal) além de ter o velocímetro incorporado a mesa do guidão, uma mudança um tanto controversa, que implicará diretamente quando alguma modificação do modelo for feita, além de levantar questionamento da facilidade de se enxerga-lo. Por seu preço mais barato, é considerado o modelo de entrada da linha Softail

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Fat Bob (FXFB): Uma mudança um tanto radical no modelo, que levou muitas pessoas a torcer o nariz, uma vez que foi a primeira foto a ser vazada da linha 2018. A moto possui uma suspensão invertida, farol quadrado em LED e um tanque menor, com a capacidade similar ao da Street Bob. Estará disponível em versões com o M-8 107 e 114.softail-fatbob-gallery-1.jpgsoftail-fatbob-gallery-2.jpg

Breakout (FXBR) A Breakout ganha um tanque menor (mesma capacidade da Street Bob), novas rodas Gasser II (honestamente a Turbine dos 2017 eram mais bonitas) além do mesmo velocímetro incorporado a mesa da Street Bob. Um novo farol de LED faz parte do conjunto. Virá disponível com motor de 107 e 114 (este último também com roupagem de aniversário).

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Fat Boy (FLFB/FLFBS) Talvez o mais controverso dos modelos, por modificar muito um modelo considerado lendário dentro da linha HD. Foi tomada a liberdade para criar um novo DNA revolucionário, sem que se “mudasse” muito a moto. A Fat Boy ganha um pneu de 160mm na frente, o maior  para uma HD de produção e um pneu de 240mm atrás. Além de um novo para-lamas traseiro e um nacelle (cabeça de touro) totalmente redesenhado. Rodas novas chamadas Lakerster.
A opinião pública não perdoou e a maioria dos comentários que li foram negativos (a não ser da imprensa especializada e poucas pessoas que gostaram).
Teremos que ver ao vivo para poder ter uma opinião, porém, por fotos, eu não gostei também.
Virá com motores 107 e 114 e este último com 2 roupagens de aniversário (a denim e a bicolor).

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O controverso Nacelle

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Família Touring

 

A linha Touring retorna para 2018 sem grandes modificações, talvez a mais notável seja que as motocicletas da linha “Special” ganharam o mesmo tratamento dark da Road King Special lançada como mid-2017.  Logo, a Street Glide Special e Road Glide Special tem o mesmo acabamento, bolsas estendidas e rodas da RK Special.
Detalhe especial é que agora, a Street Glide normal recebe a central Boom Box 6.5 (antes tinha a tela menor – razão que a HD BR trocou a Street Glide 2016 para a Special em 2017).
Em  relação a roupagem de Aniversário, a Street Glide normal recebe a roupagem bicolor enquanto a Street Glide Special receberá o acabamento Denim. A Ultra Limited também recebe o acabamento bicolor

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Familia CVO

Para a linha CVO, a maior modificação foi o aumento da cilindrada dos motores Milwaukee Eight. Agora, a linha passa a contar com o Milwaukee Eight 117

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A linha contará com a Street Glide CVO, Ultra Limited CVO (e edição de Aniversário exclusiva em Odissey Blue) e Road Glide CVOfltrxse-1.jpgHigh-Res_JPG-18_FLHTKSE_R2.jpgflhtkse-anv-4.jpgHigh-Res_JPG-005217_18GAP_SLC_171335.jpgflhxse-1.jpg

Família Trike e Street

Ambas sem novidades, porém o Tri Glide Ultra ganha roupagem de aniversário bicolor.

A linha Brasileira

Se o leitor conseguiu chegar até aqui, apesar do texto longo, vamos então as novidades que chegarão as lojas brasileiras. A lista parcial já era conhecida pois foi divulgada pelo blog do Lord of Motors.
Eis o que teremos nas lojas em 2018:
Sportster: Iron, Roadster, 1200 Custom, Forty Eight e Forty Eight Anniversary

Softail: Street Bob, Fat Bob (107 e 114), Slim, Fat Boy (107, 114 e anniversary), Deluxe, Breakout 114 (e anniversary), Heritage

Touring: RK Classic, RK Special, Street Glide, Street Glide Special Anniversary, Road Glide Special, Road Glide Ultra, Ultra Limited (inclusive Anniversary)

CVO: CVO Road Glide, CVO Limited Anniversary.

Particularmente, fiquei triste apenas com a saída da Low Rider do Brasil, pois era um modelo favorito para mim.

Agora, para não deixar o texto ainda mais longo, recomendo a leitura destes 3 links que são muito bons…..dois do blog do Bayer (olddogscycle) e um da Cycle World.

Death of the Dyna

Não gostou da linha 2018….ela provavelmente não é para você!

Softail e Dyna, vamos sentir sua falta

Aguardo os comentários de todos,

Abraxx

Harley Linha 2018 – Algumas Confirmações

Amigos Leitores,

Estamos há 1 semana do lançamento oficial da linha 2018 da Harley-Davidson, que ocorrerá em Los Angeles entre os dias 21-25 de Agosto e já tenho algumas confirmações a respeito do que veremos….logicamente, não tenho fotos e alguns modelos ainda não sei ao certo o que realmente são…..mas vamos às novidades:

1- LINHA SPORTSTER

A principio, não teremos quaisquer novidades mecânicas. A grande novidade é que teremos uma Anniversary Edition na linha, e como nos anos anteriores, é uma Sportster 1200 – no caso, será uma Forty-Eight. Os modelos serão:

– Iron 883
– SuperLow
– 1200 Custom
– 1200 Roadster
– Forty-Eight
– Forty-Eight Anniversary Edition

Detalhe interessante, a tabela de cores lista como a 1200 SuperLow como modelo que será destinado ao mercado internacional.

2- Linha Dyna

Confirmadíssimo, teremos finalmente o Milwaukee-Eight na família Dyna, e esperem alguma modificação no chassi para acomodar o motor. Até o momento, sem informações se será exatamente o mesmo que hoje equipa as Touring ou alguma variante (como tivemos com o Twin Cam em suas versões A e B).
Teremos uma Fat Bob com motor de 114 CI (CVO talvez ou linha “S”….explico quando chegar na Softail mais abaixo). Curiosamente, não vi nenhuma Anniversary Edition listada, mas provavelmente teremos pelo menos 1 modelo com as cores especiais.

– Low Rider
– Street Bob
-Fat Bob
– Fat Bob 114

3 – Linha Softail

Também confirmado o Milwaukee-Eight e também esperem alguma modificação de chassi para acomodação do motor. Aqui é onde provavelmente se concentra o maior número de novidades. Segundo as informações recebidas, teremos modelos da Família “S”, que foi expandida para quase todos os modelos da linha Softail, contrariando rumores que elas deixariam de existir e motores listados com 107 e 114 CI, logo assumo que a linha regular será 107 e a 114 será a linha “S”.
O que talvez seja mais curioso é que surgiu uma nova nomenclatura (V e X) que não sei exatamente do que se trata…vejam abaixo e tirem as conclusões:

– Breakout
– Breakout S
– Breakout S  Anniversary Edition
– Deluxe
– Fat Boy
– Fat Boy S
– Fat Boy S Anniversary Edition V (o que é esse V, não faço ideia)
– Fat Boy S Anniversary Edition X (o X também não sei do que se
trata)
– Heritage Classic
– Heritage Classic S
– Heritage Classic S Anniversary Edition
– Slim

4 – Linha Touring e CVO

Aqui tem uma grande novidade, especialmente para as CVO: Como o motor de 114 será usado na linha “S”, nada mais interessante do que um novo aumento de de cilindrada para a linha mais exclusiva da HD. Segundo a documentação recebida há um motor de 117 CI (1923cc), que acredito eu que será destinado às CVO.  Aqui tal qual já vem acontecendo, a tabela de cores menciona a Road King Classic apenas para o mercado internacional.

# Lista Atualizada com os modelos RK, RG e Street Glide#

– CVO Ultra Limited
– CVO Ultra Limited Anniversary Edition
– Electra Glide Ultra Limited Low
– Road Glide Ultra
– Ultra Limited
– Ultra Limited Anniversary Edition
– Street Glide Anniversary Edition
– Street Glide Special Anniversary Edition
– Street Glide Special
– Street Glide
– Road Glide
– Road Glide Special
– Road King
– Road King Special

5 – Linha Street

Aparentemente, a única “sobrevivente” desta nova família é a Street Rod que é um modelo mais bem resolvido do que a Street 500 e 750, porém vale lembrar que as 3 constam na tabela de cores.

6 – Trikes

Também sem grandes modificações, mantendo-se a Tri Glide Ultra e a Freewheeler, porém a Tri Glide Ultra terá opção de acabamento de Aniversário.

Agora, não sei ainda o que o mercado brasileiro receberá, porém a grande pergunta que fica é: Será que a HD vai ter consideração com o consumidor e oferecer o mesmo mix que teremos nos EUA? Me refiro principalmente à linha “S” que receberá o acabamento de aniversário (que nos outros anos tivemos edições de aniversário por aqui) e parar de vender, por exemplo a Fat Boy Special que havia sido mantida em alguns mercados para suprir a ausência da linha S (com suas resguardadas proporções, claro).

Aguardo os comentários dos leitores….e lembrem-se vocês sempre leram primeiro aqui!

Abraxx.

Indian lança linha 2018

Caros Leitores,

Nas última semana, tivemos a primeira novidade da linha 2018 com o lançamento da Scout Bobber no evento chamado X Games.

Hoje, no dealer convention em Las Vegas tivemos a apresentação do restante da linha 2018.

Além da Scout Bobber que já é conhecida foi apresentado 2  novos modelos e uma reorganização na linha Chieftain.

Vamos primeiro aos novos modelos:

1- Indian Springfield Dark Horse.

O mais novo modelo da linha dark da Indian é a Springfield.
Era um modelo que os entusiastas já esperavam e o produto final ficou de muito bom gosto. A moto, toda preta, inclusive guidão e mata-cachorro/mata-gato traz o para-lamas menor e rodas dianteiras de aro 19 que foram primeiramente apresentadas nos modelos Chieftain Elite e Limited. A moto inclui um para-brisas e está disponível em cor única Thunder Black Smoke por $20.999.

Naturalmente a Indian oferecerá uma gama de acessórios para acompanhar o modelo.

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2- Indian Roadmaster Elite

A Roadmaster Elite eleva ainda mais o status da Roadmaster regular, trata-se de um modelo que possui uma pintura Candy finalizada a mão em dois tons de azul. O modelo ainda inclui alguns acessórios do catálogo regular da Indian porém, talvez o grande chamariz é o acabamento do tanque (nome) e algumas placas do motor folheados a ouro em 23k.
O modelo será limitado e custará $ 36.999

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3 – Scout Bobber

Esta já conhecida do público há 1 semana e comentada extensivamente em diversos blogs e sites. Trata-se de uma Scout 1133cc com tratamento bobber com objetivo de atrair o público jovem.
Em relação a Scout regular temos para-lamas traseiro e dianteiros cortados, piscas que integram luzes de posição, freio e piscas laterais (como nas HD), guidão mais baixo chamado de Street Tracker, suspensão traseira rebaixada e pedaleiras um pouco mais recuadas do que o comando avançado da Scout regular. Além disso há um Nacelle (que na HD chama-se de cabeça de touro) para o farol em acabamento preto.
No tocante ao motor, é o exato mesmo motor da Scout 1133cc, sem modificações.
Custará 11.499 em Thunder Black, 11.999 em Bronze Smoke, Star Silver Smoke, Indian Motorcycle Red.

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4 – Reorganização da Linha Chieftain

Com os lançamentos de meio de ano da Chieftain Elite e Limited, para a linha 2018  a Indian optou por reorganizar todos os modelos.

Agora temos a Chieftain, que virá com o para-lamas menor e roda aro 19  motor preto e cor única Steel Gray por 21.499

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Chieftain Classic – que é o modelo que conhecemos hoje, estará disponível  em Thunder Black (23,999), Indian Motorcycle Red e Star Silver Smoke (esta última com o motor preto) – estas duas ultimas cores por 24.499

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Chieftain Dark Horse, que também é outro modelo já conhecido, que agora contará com para-lamas menores e rodas aro 19 por 23.999

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Por fim, a Chieftain Limited que atuará como o modelo mais luxuoso da linha contará com rodas aro 19 diferenciadas das restantes e acabamento de pintura premium. Estará disponível em Thunder Black (24.499), White Smoke, Brilliant Blue (24.999), Thunder Black Pearl with Graphics (25.699) e Bronze Smoke with Graphics (25.699)

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O restante dos modelos recebeu atualizações em cores, a saber:

Scout Sixty: Thunder Black, Polished Bronze, Indian Motorcycle Red e dois tons Thunder Black over Titanium Metallic

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Duas novas cores da Scout Sixty

Scout: O Banco do passageiro passa a ser item de série e ganhou novas cores  – Thunder Black, Metallic Jade, Burgundy Metallic, Dois tons Brilliant Blue over white e Dois tons Willow Green over Ivory Cream

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Bellissimo Jade Metallic

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Willow Green over Ivory Cream com Acessórios

Chief Dark Horse – Sem quaisquer modificações do modelo já conhecido

Chief  – Passa  o modelo básico  e a ser oferecida em cor única – Steel Gray (em 2017 tinha o branco e uma opção de dois tons com vermelho/preto)

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Chief Classic – Um modelo um pouco mais diferenciado (o que temos hoje no BR é o que passa a ser chamado apenas de Chief) Teremos Rodas raiadas e pneus faixa branca, em cor única Burgundy Metallic

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Chief Vintage – Ganha novas opções de cor além o Thunder Black, Willow Green over Ivory teremos Sky Blue over Pearl White e Star Silver Over Thunder Black (nesta cor as malas e bancos serão pretos)

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Indian Springfield – Além do preto e do Cinza com Vermelho já atualmente oferecidos, junta-se um belíssimo Jade Metallic over Black

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Agora, resta ver qual será a resposta da HD em 23 a 25 de Agosto onde a linha 2018 será apresentada…até o momento além das cores, curiosamente não houve muitos rumores além do Milwaukee Eight para as Dyna e Softail e uma possível unificação de chassis como hoje é feita na indústria automobilística….é esperar para ver.

Abraxx a Todos!

 

 

Primeiras novidades da linha HD 2018

Bom Dia, Amigos!

Estamos iniciando o mês de Maio e começa a época onde teremos aos poucos novidades liberadas dos principais fabricantes (aqui coberto por este blog a Harley e a Indian).

Acabei de receber a tabela de cores para a linha 2018 da HD  e gostaria de dividi-la com todos os leitores em primeira mão.

Vejam abaixo as fotos….porém um detalhe importante: Minha fonte não fotografou a parte onde temos as custom colors para 2018 e nem onde tem as Hard Candy Custom (flakes)…mas já adianto que elas estão presentes sim.

As HCC se chamarão Hard Candy Shattered Flake e Hard Candy Chamaleon Flake.

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Minha percepção é que teremos cores com tons escuros este ano…mas confesso a todos que estou curioso para saber como será as cores e o brasão das edições de aniversário para os 115 anos.

Gostaria de ler o comentário de todos!

Abraxx!